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Dieta Saúde

Efeito Sanfona: Riscos e Como Acabar com Ele

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efeito sanfona Foto: Thought Catalog | Unsplash

Muitos já vivenciaram as dificuldades que o efeito sanfona traz. Depois de atingir o peso ideal, a pessoa ganha tudo de novo e tenta emagrecer novamente usando uma nova dieta. Caso este interminável ciclo de perda e ganho de peso aconteça com você, é muito provável que o efeito sanfona irá atingi-lo mais cedo ou mais tarde, se é que já não atingiu.

O processo em que a pessoa engorda e emagrece constantemente acaba por causar transformações ruins para o corpo e nosso cérebro não aceita isso bem. Ele interpreta a eliminação de peso rápida e constante como uma ameaça à integridade do nosso organismo e retém a queima de calorias. E como ele faz isso? Deixando nosso sistema mais lento e, com isso, o peso perdido retorna e assim ocorre o efeito sanfona.

Além de ser esteticamente desagradável, o efeito sanfona oferece riscos ao nosso bem-estar e precisa ser evitado. Há meios para conseguir isso, mas a maioria desconhece como. A seguir iremos mostrar os males do efeito sanfona e como combatê-lo. Confira.

Enfraquecimento do Sistema Imunológico

O efeito sanfona normalmente é uma tendência de quem realiza dietas muito radicais e, devido ao ganho seguido de peso, a dieta continua indefinidamente. Tais dietas podem enfraquecer o sistema imunológico e favorecer o surgimento de doenças coronarianas e diabetes.

O motivo é o desequilíbrio energético em nosso metabolismo por conta da ausência de vitaminas, nutrientes e proteínas que auxiliam no retorno do peso e, claro, em uma saúde enfraquecida e suscetível a todos os tipos de males.

O Efeito Sanfona Atrapalha a Constância do Corpo

Quem nunca disse que comeu algo diferente ou em demasia em relação ao seu habitual e se sentiu mal? Os especialistas advertem sobre uma rotina e uma programação para o nosso corpo. Se não obedecemos essa rotina, o efeito sanfona se apresenta de duas maneiras principais: comer por impulso ou por retenção. Essa última é causada por algum problema no funcionamento do intestino e aconselhamos a procura de um médico.

Em comum, as duas causas fazem engordar mais do que antes, ou seja, depois de tanto sacrifício para ficar magro e esbelto, volta-se ao que era e ainda com uns quilinhos a mais.

Reeducação Alimentar

A expressão da moda – reeducação alimentar – é a grande solução para o efeito sanfona. Não tem jeito, se não aprender a comer direito, nunca deixará a fase emagrece-engorda para trás.

Estipule seus horários devidamente para refeições. Não deixe de se alimentar de três em três horas para não “descontar” no almoço e, principalmente, no jantar. No entanto, não coma bobagens e sim frutas, vitaminas ou suplementos alimentares. Evite o sal, beba muita água e lembre-se de comer devagar.

Planeje a Longo Prazo

Os alimentos específicos para sua dieta é algo que seu nutricionista deve informar. Consulte seu especialista e revele seu problema com o efeito sanfona. Diga que precisa de uma dieta prolongada, mesmo depois de alcançar o peso desejado.

O ideal seria manter o processo, com as devidas alterações para seu corpo com menos peso, evidentemente, por dois ou três anos. Dessa forma seu organismo irá contemplar essa nova realidade e se acostumar com ela em definitivo, dando adeus ao efeito sanfona.

Pratique Exercícios Físicos

Faça atividades físicas diárias para ajudar seu corpo a manter a forma. Caminhe, pratique corrida, bicicleta, não importa, mas faça! Não pense em apenas fechar a boca para acabar com o efeito sanfona, até porque, como já foi explicado, isso pode piorar ainda mais as coisas.

Já demos diversas dicas aqui no blog sobre exercícios que são facilmente praticados em casa, comece por ai. Mas não ignore o poder de relaxamento e equilíbrio mental que uma caminhada ao ar livre pode te proporcionar.

Você sofre ou conhece alguém que está nas mãos do efeito sanfona? Não esqueça de compartilhar esse texto com ele! Agora que você conhece um pouco mais sobre esse perigo, pode se preparar para evitá-lo ou exterminá-lo de vez. Aproveite e deixe seu comentário com dúvidas ou sugestões abaixo!

Diego Molina

Psicólogo clínico com um longo histórico pessoal de tratamento da dor: tendinite do joelho, síndrome de ATM e, mais recentemente, alguma dor no ombro que ainda não tive a chance de descobrir o que é! Estudante de ioga há muito tempo, recentemente estive pesquisando os mecanismos de alívio da dor e hábitos para uma vida mais saudável e gratificante.

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